Haja como se a vida fosse assim
Simples como beijar um desconhecido
Aproveite cada risada dessa gente louca
Porque a loucura é um resgate da razão
Quando seu melhor amigo vier
Dê nele um beijo na boca
Abrace cada músculo de sentimento
Viva com cada fibra do todo
O mundo é nosso até o último espírito
Dance com os desconhecidos
Conheça um novo amar diferente
Venha pro carnaval de outro alguém
Esqueça tudo que você tinha em mente
Não vamos nos prender ao que dizem
Aqueles puristas sacanas inflando se prazer
Se você não sabe fazer algo belo
Faça algo que seja sincero
Seja um garoto feminino
Ou uma mulher-soldado
Desafie a antítese, faça seu paradoxo
Acabe com o que sua mãe acreditava
Se você não inventar estará acabado
Dance com os desconhecidos
Conheça um novo amar diferente
Venha pro carnaval de outro alguém
Esqueça tudo que você tinha em mente
Largue suas roupas no sofá
Curta sua nudez de janela aberta
Aproveite enquanto você pode girar
Note como é bom quando a gravidade te afeta
Não pode parar, não pode parar, não pode parar.
Faça da pornografia sua poesia
Transforme fluido em verso
Flua desejo em fantasia
Deseje estar sozinho no universo
E venha dançar com um desconhecido.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Uma árvore habitada
É, vai ser por escrito, e só assim
Que vou conseguir dizer, enfim
As certezas que tenho, até
Que garantem cada “te amo”, pois é.
O tempo desdobra, não vê?
E dura tão pouco, você
Que seria difícil se não fosse comigo, crer.
Então como fazer, como fazer afinal
Para deixar a saudade, tão normal
Longe das horas do meu dia, mortal
Sem precisar recorrer ao telefone, banal.
Porque é como você me faz sem saber
Uma árvore habitada de um ser
Um velho a brincar de criança a valer
Um religioso que adora beber
Um viciado que aprende viver
É você, você, você.
A semente, vai lá, já plantei
Demorou quase quatro estações, bem sei
E que frutos o céu mandou, intriguei
Exatamente o que precisava, falei!
Não me seguro, que vergonha
De ser uma pessoa como as outras, risonha
Satisfeito de ter alguém assim, que sonha
E dá força para superar qualquer coisa, céus, medonha.
Porque é como você me faz sem saber
Uma árvore habitada de um ser
Um velho a brincar de criança a valer
Um religioso que adora beber
Um viciado que aprende viver
É você, você, você.
É, criei coragem, amigo
De fazer a última pergunta que me aperta, no umbigo
Você quer mesmo namorar, namorar comigo?
por Tiano YiffiY
Que vou conseguir dizer, enfim
As certezas que tenho, até
Que garantem cada “te amo”, pois é.
O tempo desdobra, não vê?
E dura tão pouco, você
Que seria difícil se não fosse comigo, crer.
Então como fazer, como fazer afinal
Para deixar a saudade, tão normal
Longe das horas do meu dia, mortal
Sem precisar recorrer ao telefone, banal.
Porque é como você me faz sem saber
Uma árvore habitada de um ser
Um velho a brincar de criança a valer
Um religioso que adora beber
Um viciado que aprende viver
É você, você, você.
A semente, vai lá, já plantei
Demorou quase quatro estações, bem sei
E que frutos o céu mandou, intriguei
Exatamente o que precisava, falei!
Não me seguro, que vergonha
De ser uma pessoa como as outras, risonha
Satisfeito de ter alguém assim, que sonha
E dá força para superar qualquer coisa, céus, medonha.
Porque é como você me faz sem saber
Uma árvore habitada de um ser
Um velho a brincar de criança a valer
Um religioso que adora beber
Um viciado que aprende viver
É você, você, você.
É, criei coragem, amigo
De fazer a última pergunta que me aperta, no umbigo
Você quer mesmo namorar, namorar comigo?
por Tiano YiffiY
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